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Implante contraceptivo passa a ser oferecido pelo SUS em Alenquer, Juruti e Monte Alegre

Anticoncepcional hormonal conhecido como Implanon é oferecido pelo SUS Rogério Capela/PMC Mulheres e adolescentes de municípios do oeste do Pará já podem t...

Implante contraceptivo passa a ser oferecido pelo SUS em Alenquer, Juruti e Monte Alegre
Implante contraceptivo passa a ser oferecido pelo SUS em Alenquer, Juruti e Monte Alegre (Foto: Reprodução)

Anticoncepcional hormonal conhecido como Implanon é oferecido pelo SUS Rogério Capela/PMC Mulheres e adolescentes de municípios do oeste do Pará já podem ter acesso a um novo método contraceptivo na rede pública de saúde. As cidades de Alenquer, Juruti e Monte Alegre, estão entre os 43 municípios paraenses que passaram a disponibilizar o implante subdérmico Implanon pelo Sistema Único de Saúde (SUS). ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A iniciativa faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde, com apoio logístico da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará, para ampliar o acesso a métodos contraceptivos de longa duração no estado. Nesta primeira etapa, o Pará recebeu mais de 21 mil unidades do implante contraceptivo, que começaram a ser distribuídas para municípios com população a partir de 50 mil habitantes, conforme critérios do Ministério da Saúde. Acesso para adolescentes e mulheres O método está disponível para adolescentes de 14 a 17 anos e mulheres entre 18 e 49 anos, principalmente nas unidades da Atenção Primária à Saúde e em ambulatórios de referência. Segundo a diretora de Políticas de Atenção Integral à Saúde da Sespa, Ana Paula Oliva Reis, a ampliação do método representa um avanço importante no cuidado com a saúde da mulher. De acordo com ela, a estratégia ajuda a ampliar o acesso a métodos contraceptivos seguros e eficazes, além de contribuir para reduzir gestações não planejadas e diminuir os índices de mortalidade materna. Como funciona o implante Implante hormonal é novidade no Sistema Público de Saúde do Pará O Implanon é um pequeno bastão de plástico, com cerca de quatro centímetros de comprimento, que é colocado sob a pele do braço da mulher por um profissional de saúde habilitado. O dispositivo libera continuamente um hormônio chamado etonogestrel na corrente sanguínea. Essa substância impede a ovulação e dificulta a entrada de espermatozoides no útero. O método pode permanecer no corpo por até três anos. A inserção e a retirada são procedimentos simples e rápidos, realizados por médicos ou enfermeiros capacitados. Capacitação de profissionais Para garantir a oferta segura do método, profissionais da rede pública passaram por capacitação. Em dezembro de 2025, uma oficina com atividades teóricas e práticas foi realizada no estado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Sespa. A Secretaria de Saúde reforça que a oferta do implante depende da presença de profissionais habilitados nas unidades de saúde. Municípios atendidos Além de Alenquer, Juruti e Monte Alegre, o método também começou a ser disponibilizado em outros municípios paraenses, entre eles Belém, Ananindeua, Castanhal, Altamira, Itaituba e Marabá. A expectativa é que, gradualmente, o acesso ao implante contraceptivo seja ampliado para todos os 144 municípios do Pará. VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região

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